Esse é um trecho de um debate que falava sobre o assunto e me chamou muito a atenção. Ouça, multiplique e proponha esse debate aos que você conhecer:
BLOG DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ CAMINHO DO EVANGELHO
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sábado, 30 de abril de 2011
E a "Guerra da CGADB" continua... VÍDEO DE SILAS MALAFAIA "DESCENDO O SARRAFO" NA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS:
O Pastor não pertence a nenhuma convenção...
quinta-feira, 28 de abril de 2011
MAIS QUE CAGADA!!!!
Desculpem, mas não tinha título mais oportuno pra colocar neste post.
Assista a essa ca.... a esse testemunho:
"Uma bela duma cagada!"
RSSRSRSRSSRSRSRSRSRSRSR!!!!!!
Morrí de medo quando o pastor(?) pediu pra ela mostrar como ela fez com o travesseiro... ufa, colocou só na barriga!
Assista a essa ca.... a esse testemunho:
"Uma bela duma cagada!"
RSSRSRSRSSRSRSRSRSRSRSR!!!!!!
Morrí de medo quando o pastor(?) pediu pra ela mostrar como ela fez com o travesseiro... ufa, colocou só na barriga!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
A parábola de como tudo cresce - Leituras #1 - Rodrigo Muniz
"Em Marcos 4.26-29, Jesus nos diz: "...O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como. A terra por si própria produz o grão: primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga. Logo que o grão fica maduro, o homem lhe passa a foice, porque chegou a época da colheita".
Jesus descreve o trabalho de lançar a semente, ir dormir à noite e acordar no dia seguinte. A terra produz o crescimento "por si própria". A palavra para traduzir "por si própria" é "automaticamente". O homem que semeou a semente nem sabe como isso acontece.
Enquanto leio essa parábola, reconheço duas coisas que precisam ser ditas. Primeira, somos todos qualificados a fazer o trabalho, e o trabalho não é tão árduo. Segundo, frequentemente gastamos nossa energia e recursos na fase errada da vida do Reino.
Nessa parábola, o homem planta a semente e vai dormir durante a noite, acorda no dia seguinte e não sabe como a semente cresceu. Sinto-me qualificado para o serviço: sem noção e dormindo no trabalho. Muitos de nós, especialistas, achamos que sabemos tudo sobre como a obra do nosso ministério deve crescer. A consequência é que o elemento misterioso e miraculoso do Reino é substituido por planos estratégicos, estudos demográficos e gráficos coloridos. Sacrificamos o poder puro e orgânico por trabalho árduo e pouco resultado. Ao professar que somos sábios, tornamo-nos tolos".
(Este é apenas um pequeno trecho deste livro, cuja leitura vale muito a pena. Principalmente para quem não quer ficar dando "murro em ponta de faca").
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A mentalidade como fruto de um referencial teórico
Todos nós emitimos opiniões, discordamos, vociferamos em debate, escrevemos e publicamos aquilo que cremos, aquilo que julgamos como correto. Contudo, muitas e muitas vezes na vida nos vemos diante de um novo conteúdo que nos faz repensar toda a produção teórica que emitimos até então, e é nesse momento que surge a pergunta: "Será que eu estava sendo desonesto"?
Posso afirmar que não. Você e eu não estamos sendo desonestos quando falamos daquilo em que cremos. Só que precisamos entender que o que cremos é fruto dos referenciais teóricos que carregamos. Trocando em miúdos, as opiniões que emitimos estão baseadas num conhecimento prévio que adquirimos ao longo da vida, dentro das mais diversas áreas. Esse conhecimento agregado é o que podemos chamar de referencial teórico, e este sempre fica evidente em tudo o que falamos ou escrevemos.
Estive estudando acerca da Revolta da Vacina, ocorrida no Rio de Janeiro durante a Primeira República, mais precisamente em Novembro de 1904, e pude notar que um dos fatores que desencadearam o tumulto era o fato de os próprios médicos não manifestarem total confiança na vacina contra a varíola, recentemente desenvolvida (então) e trazida da Europa pelo dr. Oswaldo Cruz. Essa desconfiança, aliada a outros tantos fatores, dentre os quais o fato de ser uma vacina desenvolvida em animais (na época), de acordo com o saber popular (a chamada Medicina das Ruas) fez com que a população e os jornais considerassem a vacina uma outra praga, tal qual a Tuberculose e a própria Varíola, a qual se prestava a erradicar . Como pode um povo acreditar que a vacina matava ao invés de curar? Questão de referencial teórico.
O que faz com que você creia nas instituições em que vive? O que faz com que você se mantenha onde está? O que motiva você a defender os posicionamentos e verdades nas quais acredita fortemente, ao ponto até de considerar como “herege” aqueles que sugerirem algo diferente? O seu referencial teórico. Você foi ensinado assim, e por isso defende o que crê.
Há algum tempo eu defendia uma ideia, assim como muitos, acerca de instituições, dogmas, conceitos doutrinários, posturas eclesiásticas, e coisas do gênero, que julgava estarem corretas, observando na Bíblia os textos que davam base para tal defesa, por conta do referencial humano que tinha, baseado em tradições construídas pelo homem, e não por Deus. Uma construção que vinha desde os primórdios do cristianismo, e que foi, século após séculos se perpetuando e, assim com se diz, como mentira muitas vezes repetida, se tornando “verdade”.
Mas, com um mínimo de pesquisa histórica, vi que estas estruturas humanas, mesmo não sendo perniciosas em si, atrapalharam mais do que ajudaram o movimento de Jesus, e ainda atrapalham. Vi que o evangelho poderia, e pode ir muito mais longe do que se vê hoje, com uma verdade de vida sem igual, muito distante deste arremedo de vida cristã que vemos espalhado pelos templos de hoje em dia, a partir do momento em que o referencial teórico for mudado. A partir do momento em que se tenha maturidade suficiente das lideranças para parar e pensar: "Será que o modus operandis da "igreja" está de acordo com o que Cristo deseja? Será que esta dita Eclesiologia atual está de acordo com o plano divino"?
Quero com este texto sugerir a você que aguce o seu senso crítico. Questione. Por que será que as coisas são como são na dita “igreja” da atualidade. Não é muito correto acreditar naquele mito das origens, que afirma que tudo só está como está por causa do que aconteceu no, e somente no início de um movimento., e nesse caso, do Cristianismo. Muitas coisas erradas também foram acrescentadas com o passar do tempo. Mas creio que lá no início uma chave foi virada. Tal, que fez com que todo o caldo se desandasse e chegássemos a essa vergonha que vemos com o nome de evangelho hoje em dia.
Sua vida cristã, assim como a de muitos, (digo sem medo de errar) pode ser uma grande engodo, principalmente para você mesmo. Práticas, ritos, compromissos, ideias, tudo com uma cara de verdade, mas que na realidade não passa de prática religiosa vazia. Podem estar apenas te fazendo se enganar a si mesmo, impedindo que você desfrute de uma verdadeira e intensa comunhão com o Ungido.
Você pode simplesmente considerar tudo o que escrevi aqui como um grande delírio. Mas eu afirmo pra você: essa sua posição pode ser um mero resultada de um referencial teórico equivocado. Pense nisso, antes de me julgar.
P.S.: O meu também pode estar equivocado? Sim. Mas com certeza eu estarei pronto para mudar. Você está?
SÉRIE: "Um conto do Pastor"
"O IMPORTANTE É COMO SE CHEGA"
Certo dia, um novo professor adentrou a sala de aula e encantou todos os alunos. Ele era ousado, cheio de ideais e inspirava cada pupilo seu com suas palavras e projetos futuros.
-" O que o Senhor espera do mundo, professor?" -- Perguntou um aluno ávido por respostas.
O jovem professor, recém-formado, virou-se para toda a turma em tom de discurso e disse: -" Eu tenho certeza que se nos unirmos, se não andarmos na mesma "mão" da sociedade, se lutarmos pelo que é justo e se formos radicais com aquilo que fere os ideais verdadeiros; conseguiremos mudar o mundo!"
Aquelas frases arrancavam sorrisos largos e olhares de admiração.
"- Não podemos nos conformar com o que vemos ou com aquilo que nos é imposto. Vocês podem mudar o mundo que os cerca. Eu posso mudar a ordem das coisas e, vocês verão, irei fazê-lo."
"- Bravo! É isso aí! Vamos lá professor"!
Os anos se passaram... muitos anos. Foi então que, numa tarde de outono em um lugar populoso qualquer, um daqueles empolgados alunos; agora adulto, casado, pai de tres filhos, funcionário público, com sua saliente barriguinha que denunciava sua vida sedentária, depara-se com uma figura familiar:
Era um senhor, já de muita idade, assentado à beira de um lago num parque movimentado da grande cidade de concreto. Aquele homem estava lá, contemplando as pequeninas ondas que iam e vinham. Seu olhar transmitia uma paz sem igual. Ele parecia não ter pressa para sair dalí.
-" O professor!" -- Reconheceu o ex-aluno.
Aproximando-se com um vigor que não tinha desde sua mocidade, o, agora chefe de família, toca no ombro do antigo mestre e o cumprimenta.
-" Olá professsor, o senhor não deve lembrar-se de mim, mas assistí muitas de suas aulas no tempo do ginásio. O senhor me inspirou muito."
-" Oh... olá. Realmente não posso me lembrar de todos os alunos que tive, mas sim, sou a pessoa de quem você está falando. Como você está? Se o inspirei tanto, sua vida deve ter sido incrível". -- Sugeriu o gentil velhinho.
"- Ah professor, o senhor sabe como é. O tempo vai passando, as responsabiildades vão vindo e agente vai mudando. Por mais que suas aulas me inspirassem, a vida nos joga numa realidade nua e crua. Tive que trabalhar muito cedo, com a solidão do trabalho me liguei logo a alguém e quando menos esperava vieram os filhos que, por sua vez, demandaram mais atenção, trabalho e tempo. Na verdade, não tive muito tempo nem oportunidade de "devanear". Aquelas idéias eram muito bonitas na teoria, mas a prática delas exigiria um sacrifício muito grande, que acho, não estava disposto a pagar."
Por alguns momentos o "professor" olha nos olhos do aluno e pergunta:
- " Mas... você hoje, com toda a sinceridade, pode dizer que é feliz? Que é realizado em sua vida?"
Com a cabeça encolhida entre os ombros e lágrimas surgindo nos olhos, o Ex-aluno se dá conta da conclusão na qual ele sempre teve medo de chegar:
- "Não. Acho que não. Mas pelo que vejo o senhor conseguiu realizar todos os seus ideais. Conseguiu alcançar todos os seu objetivos e mudar o mundo, não foi?"
-" Não."-- Respondeu o velho. -- "- Mas eu tentei. Fiz tudo o que me era possível e seguí tudo aquilo em que acreditei. Me doei ao máximo à tudo aquilo que pensava."
- " Mas... se o senhor não chegou até seu alvo, como pode dizer que é realizado"?
-" É verdade que não cheguei ao alvo. Mas eu tentei. Fiz tudo que pude. Conhecí muitas pessoas incríveis e, mesmo não tendo chegado ao objetivo, durante a caminhada tive momentos maravilhosos."
O Pastor.
terça-feira, 19 de abril de 2011
BARRACO NA REUNIÃO DA CONVENÇÃO DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS- Pr Samuel câmara faz denúncia:
Vixe...
O Pastor sente vergonha dessas coisas...
O Pastor sente vergonha dessas coisas...
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